A Saga Dos Ladrões

 

Aqui, começa a estória de dois Halflings muito espertos que resolveram sair da pequena, bem pequena vila de Zelbross que fica a borda da floresta alta um lugarejo de pessoas peculiares que sobrevivem principalmente por sua cerâmica, que é conhecida em todos os reinos. Estes dois pequeninos seguiram o caminho da aventura para ganhar o mundo, encher os bolsos arrecadando o máximo possível de dinheiro, para se livrar da vida difícil que levavam.

Os companheiros partiram na manhã, após o Festival Do Verde, mas não participaram das festividades neste ano do lugarejo em que moravam. Com as mochilas cheias até não poder mais aquentar as pernas finas e fracas, botaram o pé na estrada. Tão longa era a estrada que caminharam e caminharam, e no final do dia estavam exaustos. Mas ainda assim, não haviam chegado à torre da guarda da fronteira. Nessa torre há uma hospedaria, que apesar de simples, seria um ótimo lugar para eles passarem a noite. No entanto estes corajosos – ou desprovidos de bom senso – aventureiros resolveram dormir por ali mesmo, às margens da estrada, dentro da majestosa mata da Floresta Alta. Ajeitaram-se em meio há alguns arbustos e escondidos como sementes, para dormirem em completa escuridão quando  a noite caía.

A noite somente iniciara, quando eles ouviram um farfalhar nas árvores. Os aventureiros acharam estranho porque não havia vento forte ou outra possibilidade visível de algo que pudesse proporcionar aquilo.Ficaram atentos, parecia que algo se movia no topo das arvores, se encolheram preocupados em silencio, e assim o farfalhar foi esvaindo-se até desaparecer ao longe.

Voltaram a seu descanso desconfiados e ficaram pensando no ocorrido ate quase adormecerem, quando o som de forte galope rompeu a noite.  Não conseguiram ver quem passara pela estrada e imaginado que deveria ser apenas mais um viajante apresado, voltaram a se preocupar com seus sonhos. No entanto, um dos pequeninos não conseguira pegar no sono, pois achara muito estranho, podia ser apenas um viajante apresado, mas ele encucado pensava: “Ele estava em velocidade e sem luz…é muito estranho alguém viajar assim naquela escuridão”. E quando já estava pestanejando de novo, as coisas começaram a realmente ficar estranhas. Fortes galopes, e agora em sentido contrário.

Eram cavaleiros. Passaram carregando lanternas e momentos depois, retornaram procurando algo na mata e falando: -Nada aqui senhor! -E deste lado também senhor!- Continuem procurando homens, ou então somente poderemos voltar amanha quando sol já tiver raiado! Perceberam que algo muito errado estava acontecendo, mas nossos jovens aventureiros não se importavam com tamanha agitação. A não ser, claro, por perturbarem seu precioso descanso. Voltaram a se acomodar e tentar dormir mais um pouco.

Wellby mais por curiosidade do que qualquer outra coisa ficou a se perguntar ainda durante um bom tempo: “O que teria acontecido para tamanho alvoroço?” e Alton já estava sonhando longe quando uma estranha luz azulada e de brilho claro apareceu no meio do arbusto em que dormiam. Em um susto pularam para trás e enquanto a luz fraca e pálida iluminava seus rostos perplexos. Nesse instante uma voz suave vinda da esfera brilhante dizia: “ Venham até mim, eu preciso da ajuda de vocês”.

 Movidos mais pela curiosidade do que pelo bom senso, como somente os bons Halflings sabem fazer, seguiram a luz subindo uma colina e depois descendo dentro de um vale, dentre a mata, cada vez mais fechada e de arvores cada vez mais altas. Cruzaram um ribeirão que não cruzava a estrada.

Ainda assim, continuaram caminhando até avistar em meio à densa vegetação, uma clareira ladeira a cima. Parecia ser uma formação rochosa tomada pela plantas ou uma antiga torre em ruínas, que iluminadas pela lua tinham um ar mágico.

Os curiosos aventureiros chegaram perto silenciosamente e cautelosamente chegaram perto do local. Antes mesmo que pudessem tentar espiar para ver o que havia ali dentro, as tochas se acenderam e uma voz gentil e serena os chamou pelos nomes:

– Wellby e Alton, aproximem-se pequenos. Não tenham medo. Eu sou o antigo espírito destas matas.

Era um antigo elfo. Os pequenos jamais em suas vidas haviam visto um elfo que fosse um ancião e pelo que diziam as lendas elfos eram capazes de viver centenas de anos, ate milhares de anos. Ficaram estupefatos em ver aquela imagem tão antiga. Ele estava sentado em uma frondosa árvore, esta cresceu tomando todo fundo da torre e formando ali um trono no qual aquele ancião estava sentado.

Totalmente sem saber o que fazer e como agir, os halflings foram se aproximando, o elfo cobriu com um pano um objeto que estava na cabeceira do trono, profundamente e calmante ele falou.

– Preciso da ajuda de vocês. Uma indefesa criança foi raptada por criaturas cruéis que vivem nas árvores. Ela precisa urgente da ajuda de vocês senão será devorada por estas criaturas terríveis que tem um apetite voraz.

Os pequenos começaram desconfiaram daquela estória, eles eram curiosos mas não eram bobos. Alton afinou seu olhar meticuloso e quando estava pronto para perguntar o que eles ganhariam com está estória toda se eles ajudassem, então com uma mão o antigo ancião tocou uma das raízes da grande árvore, que começou a brilhar e em seu interior revelou uma incrível e reluzente armadura elfica, também chamou a atenção é claro de outras peças maravilhosas e enxergaram um brilho, na verdade o brilho, aquele brilho que eles mais queriam, o ouro. Havia muito mais ouro do que eles haviam imaginado conseguir, ainda mais assim de forma tão rápida.  Aquilo era o tesouro de um verdadeiro rei elfico.

O velho elfo então sussurrou:

– Vocês podem levar o quanto quiserem e puderem carregar. Subam o rio até encontrarem as três árvores que formam uma única. Lá moram as criaturas que procuram, agora vão…

Segunda parte

Os aventureiros partiram na escuridão da noite e seguiram ate o rio que não ficava muito longe dali, caminharam subindo o riacho não sei se mais cegos pela escuridão da noite ou pelo brilho do ouro que agora ofuscava completamente suas mentes, seguiram vendo o que podiam na noite enluarada, ate se depararem com um local aonde o rio se dividia formando ali um pequeno lago, como um poço natural alimentado por dois córregos menores, na margem oposta do lago havia um paredão de pedra natural, eles não podiam ver, mas o córrego da direita vinha da montanha acima, a água descia por um talvegue profundo, e o outro a esquerda vinha de uma fenda dentro de um contraforte da montanha

-“O velho elfo falou alguma coisa sobre isso Welbby”?

-”não lembro de nada, sei que deveríamos subir o ribeirão ate encontrar as três árvores que são uma”.

-“Então deve ser por aqui, vamos margear pela esquerda e ver se encontramos algo para subir daquele lado”.

Welbby largou sua mochila e equipamentos mais pesados, atravessou a agua e começou a subir uma colina em meio a mata, tentando seguir o riacho que encontrara pela a esquerda, percebeu que este adentrava o morro fazendo uma fenda nele e acreditando ter chegado ao topo do outeiro perdeu o rastro da fenda e se viu sozinho e cercado pela vegetação, e apesar da comum falta de medo dos halflings achou que não era prudente ficar ali naquele local, sentia que era com se algo o observa-se e começou a voltar descendo novamente ate que sentiu perder o apoio do seu pé e escorregou.

 

Um barulho, seguido de um grito e o som de algo que caiu na água foi escutado por Alton, que prontamente saiu em disparada na direção da voz do amigo.

 

Alton se aproxima imaginando o pior, mas encontra seu amigo saindo da beirada do penhasco em que quase havia caído, que no ultimo instante consegui se segurar em algumas raizes.

 

-“Acho que por aqui não tem como seguir em frente Alton”.

 

-“Então vamos tentar pelo outro lado, mas desta vez vamos juntos”.

 

Pegaram suas coisas e foram pelo lado do outro riacho, logo perceberam que a colina era mais inclinada que a outra, mesmo assim seguiram em frente ou melhor para acima. Com dificuldades, apoiando se em pedras,galhos e raizes  , Wellby que estava à frente, fez escapar uma pedra que rola e  cai nas costas de Alton – a sorte de Tymora não parecia estar sorrindo para eles – os aventureiros tentaram encontrar um ponto em que conseguissem atravessar o vale. Esse foi formado pelo fino curso da água expondo as grandes pedras arredondadas que pedras que havia debaixo da terra.  Todos pontos avistados dali pareciam muito mais perigosos que o anterior.  Até que chegara um ponto que a colina a frente se mostrou realmente íngreme e que dali em diante teriam que colocar muita força nos seus braços finos.

 

-“É vamos ter que tentar atravessar aqui mesmo”. Sussura Welby.

 

Wellby preparou suas luvas e apertou bem suas botas para montanhas. A emoção tomava conta dos pequenos que em meio aquela escuridão, iniciaram a descida. Por entre rochas até onde corria o riacho, de pedra em pedra, chegaram com dificuldade ao fundo do vale. Nesse ponto a vegetação fechada dava uma trégua e mostra as rochas com muito limo e água gelada.  Estavam aliviados ao chegarem ali, mas agora teriam que enfrentar à subida, escura, em meio à vegetação cerrada.

 

Iniciara a subida. Os dois conseguiam enxergar apenas as plantas e folhas. Os corajosos ou completamente sem noção do perigo que corriam naquela escuridão toda, perceberam que foi mais fácil do que imaginaram, chegando logo a um lugar plano. Exaustos e sujos, deitaram-se no chão olhando para cima tentando ver alguma luz acima da copa das arvores. Mas o que conseguiram ver foi uma sombra assustadora de um humanóide encima de um galho das arvores que segurava algo ameaçadoramente com uma ponta de metal.

 

Os pequenos tentaram agir rápido, mas ao primeiro sinal de movimento, a pequena lança arremeteu-se em direção a eles. Por sorte ela errou o alvo, no entanto outra lança cruza a frete dos aventureiros. Haviam mais, e eles estavam com sérios problemas, Wellby lembrou rapidamente de sua besta que carregava e que já levava armada para situações deste tipo,  mas quando estava pronto para disparar a criatura já estava em cima dele e descia a lâmina de uma pequena espada que por pouco no o acertou, disparou e acertou fortemente a figura asquerosa atravessando sua perna esquerda com o virote. Gritando de dor e raiva ela faz mais uma vez um arco com sua espada, esquivando com agilidade do ataque. Escuta-se um gemido de dor seguido de um outro grito estridente, Alton havia sido estocado violentamente pela espada de uma outra das criaturas que veio caminhando pelos galhos das árvores. Mas com uma rápida resposta, Alton golpeia a criatura por baixo do braço que cai da sua árvore com o golpe fatal. Aproveitando a distração da criatura que lutava, Wellby larga sua besta, puxa sua espada e acerta a perna já ferida da criatura, para tentar tirar-lhe o apoio na árvore. Mas a criatura é forte e consegue saltar para um outro galho segurando com seus braços longos e ágeis, partindo em fuga para cima das árvores de galho em galho.

 

 Alton prepara sua funda para ainda tentar pegar a criatura em fuga, ele gira o pedaço de couro, sua pedra voa e entra em meios as folhas ouvindo o som seco do impacto na madeira.

-“Alton você esta bem?”

 

“Só estou um pouco ferido. Vamos pegar esta coisa asquerosa e maldita aqui e ver que conseguimos extrair dela, será que isso é um goblin?” Murmura com uma voz de dor.

 

-“Tá ficando louco, o outro bixo fugiu e pelo que o velho elfo falou deve haver mais, agora ele deve estar indo buscar os outros”.

 

Então, rapidamente partiram em uma direção aleatória a procura de um bom lugar para se esconder. Encontram um grande e denso arbusto, em uma dobra da colina que subia íngreme a partir dali. Ficaram ali, no escuro, escutando o barulho da mata. O silêncio foi rompido depois de um tempo por vários gritos agudos.  Os pequenos reconheceram aquela voz aguda, que saía estridente, através dos afiados dentes daquelas criaturas asquerosas, de braços e pernas longas, com pele escura e escamosa.

 

Os aventureiros estavam imóveis, e aos poucos, ouve se o farfalhar das árvores cada vez mais próximo. Ao que parece, muitas criaturas se aproximavam, deslocando-se pelas copas. Escondidos, eles se agarram a seus equipamentos e retiram um frasco, com um líquido preto que saia uma nevoa cinza.

 

Nessa hora avistaram uma, duas, três, cinco criaturas, um bando inteiro à procura deles. Temendo por suas vidas, sem titubear, tomaram todo o conteúdo dos frascos. E como se nuvens de sombras os abraçassem, ocultou-os dos olhos das criaturas. Passaram despercebidas da presença deles, deixando-os tranqüilos ao ponto de iniciarem a dormir.

 

 

Terceira parte:

            Volta aqui criatura maldita: grita o anão para a criatura em fuga, dando um urro de satisfação se vira para os pequenos. – botamos ele pra correr… ei o que é isso!

Alton estava com sua adaga apontada ameaçadoramente.

-Não pense que somos idiotas.

-Alton o que é isso, o que você esta fazendo.

– Pega sua arma não sabemos nada das intenções dele.

-Mas ele ns ajudou.

– Pega logo sua arma.

Ainda que a contra gosto Wellby preparou sua besta,, e ali ficaram parados se encarando, rosnado e fazendo caras e caretas um pro outro, um bom tempo se passou ate que o anão resolveu baixar as armas.

Esta bem vou largar minhas armas, e rosnado baixinho. Não preciso mesmo de arma nenhuma pra matar dois filhotinhos de orc.

– O que você falou. Perguntou Alton.

Nada só estava contado a minha estória, eu estava na estrada no fianl desta tarde e uma carroça que passou por mim, foi atacada logo na minha  frente, estas criaturas fieram por todos os lados, corri ate a carroça mas já era tarde, somente foi possível ver que levaram uma criança junto, e como as carroça levava o brasão de Água Ruidosa, fui atrás para ajudar, mas acabei me perdendo nesta floresta maldita, acabei encontrando estas duas criaturas, rolei morro a baixo e encontrei vocês.

-É Alton pode ser que ele seja útil.

Alton disfarçando e falando baixinho. –Mas eu não vou dividir o tesouro com ele.

-Bom Rapazes… Fala o anão tendo entrar na conversa e Alton aponta a adaga firmemente. … apesar de ainda estar escuro os passarinhos já estão cantando, e isso é sinal de que esta amanhecendo, eu tive uma noite difícil e pelo que vejo vocês também, disse thorin meio que disfarçando para poder pegar suas armas de volta.

Então vamos nos acomodar por aqui mesmo: disse wellby sem se preocupar muito em sair da lugar aonde haviam lutado, pois considerava seu esconderijo muito seguro e ali os três se acomodaram. depois de um tempo já estavam dormindo profundamente devido ao grande cansaço, mas alguma coisa começou a incomodar o sono de wellby, um cheiro enouseante lhe embrulhava o estomago, guando começou a brir os olhos, já começava a clerear um azul pálido acima das arvores, e viu que o forte cheiro era de um daqueles nojentos goblins das arvores, que estava logo acima dele sentado em um galho, no mesmo instante começou a gritar como uma menina halfling que foge de um ogro tarado, fazendo a criatura dar um salto no ar com um susto, e logo todos os companheiros estava de pé para ver oque estava acontecendo, e o que acontecia é que estavam cercados por todos os lados por vários de seus inimigos. A criatura que levara o susto agora se levantara mancando de uma perna, xingando e gritando escárnios e todos os da sua espécie voltaram seus olhos malignos para os aventureiros.

Mais uma vez sem pensar duas vezes wellby saiu em disparada pela mata gritando, pegando um caminho mais a esquerda.

 

Alton não pensou duas vezes e também saiu correndo, mas para a direita, rosnado thorim ergue seu machado e escudo defendendo se das primeiras lanças, finca seus pés parrudos no chão e derruba dois asquerosos  com machadadas certeiras que tentaram se aproximar para estoca-lo.

            Os dois halflings correm pela mata, mas seus perseguidores, seguem com agilidade pelas arvores e sobre uma chuva de lanças eles vão desviando, salvando se de muitas delas devido a péssima pontaria dos inimigos, Alton estava confiante que conseguiria fugir de seus perseguidores, quando uma lança o pega pelas costas ferindo o gravemente, suas pernas fraquejam e seus joelhos dobram, ele cai. Wellby em situação semelhante somente não contava em encontrar a vala que haviam escalado para chegar ali, arriscou um salto, por sorte aterrissou sobre uma pedra mais abaixo, as coisa estavam muito difíceis, ele suava e sentia um frio na barriga que lhe apertava estomago diante do próximo salto,  na próxima pedra ia mais fundo no vale em seu salto desequilibrou-se, batendo de lado na pedra redonda tingindo ela de vermelho, somente foi possível ainda ver uma  criatura coxa se aproximou, agarrou seu cabelos e com sua boca de dentes afiados deu um sorriso maléfico.

            O anão ainda lutava bravamente, a quantidade de inimigos era surpreendente e js tinha derrubado pelo menos mais dois, mas uma estocada pelas costas lhe fez dobra sobre um joelho, mais uma estocada de lança piora a situação, e outra estocada de espada não foram possíveis de serem resistidos por Thorin, que tomba diante do inimigo mais numeroso.

           

            Agora todos estes bravos aventureiros estavam em uma situação, digamos assim quase mortos.

 

            Mas como eles são os heróis da nossa estória, as coisas ainda não acabam bem assim, Wellby sente sua cabeça inchada e latejando de dor, semi-consciente começa aperceber que as criaturas parecem estar mexendo em suas fraturas em volvendo eles em grandes folhas, há uma grande balburdia a volta dele, sua consciência se vai …

            … quando volta  esta sendo carregado amarrado a uma trave, embrulhado na folhagem ele lembra das vezes em fez peixe assado embalado de forma semelhante em folhas de Astlou…

            …agora ele estava entra os galhos o que parecei ser em cima de uma árvore, uma não três árvores que cresceram muito próximas e formaram uma espécie de plataforma tendo no centro, no encontro das três árvores um buraco escuro, pendurado de ponta cabeça sua cabeça dói ainda mais, sua visão esta embasada, ele pisca tentando focar uma imagem, três das criaturas estão conversando cercadas por muitas outras, uma delas ele reconhece rapidamente é aquela que ele deixou coxo, que grita, resmunga e se aproxima bate em Wellby pedindo para os outros dois que se negam a fazer o que ele pede, entre os dois o maior deles tem uma cara realmente assustadora cheia de cicatrizes que agarra o coxo e o arremessa para longe apedido do esquelético e irritado que tem uma capa cheira de cheia de penduricalhos.

            Welbby percebe através dos gestos da magra criatura que ele parece tentar explicar que talvez os aventureiros também sejam importantes para alguém alto de orelhas pontudas…

            Quando acorda novamente o dia parece ter avançado bastante, ao seu lado estão o anão ainda muito ferido, mas roncando como somente ele sabe fazer e Alton ferido mas acordado que observa as varias criaturas que estão empoleiradas a volta deles nos galhos das árvores, em um canto ele vê uma menina encolhida e assustada, que treme ensangüentado com o sangue de um soldado parcialmente devorado que esta ao seu lado, os equipamentos estão espalhados pelo local, a grande maioria dos objetos com alguma importância saqueada.

            – Menina ,ai menina pegue alguma coisa e me tira daqui, fala Alton com uma voz tremida e com muita dor. A menina parece ficar alheia aos pedidos do halfling. – vamos logo de uma vez, ali no soldado deve ter alguma coisa que você pode usar pra cortar as cordas. A criança somente consegue se contorcer de mais pavor, Alton fuzilava a menina com seu olhar, indignado de como ele podia ficar ali parada numa situação daquelas, e ainda tentava com os olhos indicar com os olhos para onde ela deveria ir.

 

 

6 Respostas to “Forgotten Realms”

  1. Bruna Kzuka Says:

    Muito legal Nithzen!
    Continue escrevendo =)

  2. Alton Says:

    mto bom rapaz!

    vou linkar esse post no meu blog 😉

  3. Fischer Says:

    Muito bom, nuito bom…

  4. ... Says:

    Apezar de ficarem tanto tempo no mato,as “cenas de ação” ficaram legais!

    1. nithzen Says:

      Sim eh que gosto de mestrar aventuras no mato, sempre são extremamente desafiadoras

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